Duke’n’Duke – RW 2016, 2ª edição

NOTA DO JANTAR: 4.0/5

Sobre o Duke:

A casa de burgers já tradicional de BH hoje já conta com 3 unidades. Além da primeira, na Savassi, o Duke já também emplacou uma filial no Centro, ao lado do Maletta, e também no Vila da Serra, na avenida principal. Dessa vez, fomos na casa ao lado do Maletta, provar pela primeira vez um menu de Jantar na casa! O de almoço ainda existia, porém quisemos variar! Tanto a fachada como o espírito de todas as casas são bastante semelhantes, como uma franquia, mantendo sempre a cara de pub irlandês (escuro e com detalhes verdes e dourados). Já falamos várias vezes da casa, você pode ler mais clicando aqui.

Gastronomia:

A hamburgueria traz todo tipo de sandubão, além de opções legais de petiscos para compartilhar. É grande a carta de cervejas e chopps, várias até com sugestões de harmonização. Sobre o Week, temos que mencionar que a casa não foi tão bem nas edições anteriores, sempre trazendo um hambúrguer bem legal e opções bobas (ou minúsculas) de sobremesa (o que fazia com que o menu não valesse a pena). Rolou uma melhora na primeira edição desse ano, então fomos com boas expectativas para essa segunda. São dois burgers novos no jantar + um no almoço, e opções variadas de entradas e sobremesas. Bora ver como foi?

Entradas:

Duke Fry Mix – Mix de cebola, beringela e pepino empanados servidos com molho tonkatso: 3/5

duke-fry-mix

A primeira entradinha era o simpático cone de friturinhas. Para acompanhar, um molho a base de shoyu e peixes bem gostoso. Entre os empanados, encontramos aneis de cebola e meia lua de beringela. O pepino, prometido na descrição, não compareceu, acabando com nossa esperança de que uma boa conserva ajudaria a quebrar o enjoativo da fritura. O resultado? Uma boa cebola, uma berinjela apenas ok e um infeliz gosto de óleo (apesar de tudo se encontrar na medida do possível seco) presente demais.

Mini Nachos – Até duas tortilhas de milho cortadas pequenas (1/2 do que servimos atualmente) com dois ramequinhos com guacamole e sour cream: 4/5

mini-nachos

Os deliciosos nachos não pareciam exatamente feitos na casa, mas acreditem quando digo que estavam bem gostosos (viva, nada de doritos). Os chips eram bons, temperados e agradáveis, além de estarem bem crocantes e nada oleosos. Para acompanhar, uma guacamole que parecia temperada de camarões simplesmente deliciosa, cortando qualquer dúvidas sobre o sucesso da casa no quesito. De sabor presente da fruta, mas ainda assim com um tempero único e gosto cortante de limão, o exemplar brilhava tanto que nos fazia ponderar porquê diabos seu potinho era tão pequeno. O outro (na descrição constava sour cream, mas já vimos que não era, né?) parecia um vinagrete (ou um pico de galo) meio congelado feito num processador. A verdade era que o segundo molhinho basicamente não tinha gosto algum, se tornando bastante decepcionante, especialmente quando comparado ao outro potinho de alegrias.

Prato principal:

(Sonny) Rollins (Pão de Burger + Burger de Picanha 180g + Alface + Queijo prato + Cebola Roxa crua + Bacon Artesanal + Pickles da casa): 5/5

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O que dizer do hambúrguer? Parecia dos velhos tempos do Duke. Não nos entendam mal, não é que não gostamos da casa. É só porque sentimos uma grande diferença entre o que ela era e o que ela é hoje em dia. Não vemos mais padrão nas batatas, nos pães e nem mesmo nas carnes. Na primeira unidade, já pegamos dias de “azar” em que a comida não lembrava nada o que já foi o Duke’n’Duke, daí nossa decepção. Por isso esse burger foi uma surpresa tão boa! A batata estava ótima, em ambas as versões, chips ou fritas, seu tempero cítrico finalmente estava cítrico e seu sanduíche, nossa, por onde começar? Seu pão era macio e com cara de novo, seu bacon enorme era exagerado e bem feito, talvez podendo ser um pouco mais fritinho e docinho para esse que lhes escreve, mas só talvez. Seu queijo era o verdadeiro prato que a casa sempre serviu e finalmente seu picles, meu Deus, merecia todos os elogios, arredondando tudo na boca com seu corte de acidez e frescor. Ah sim, a carne da casa continua um passo atrás dos demais ingredientes, mas quando o conjunto brilha tanto assim, sinceramente, quem liga?

Sobremesa:

Cry Baby – Creme doce com biscoito coberto de chocolate e morango servido no copo: 4/5

cry-baby

Para finalizar, um belo potinho de amor. As camadas eram super gostosas e a apresentação era mega simpática. O creme estava muito bom, sem muito gosto de nada, mas com aquele tom adocicado e aquele amor de baunilha, casando bem com a presença dos outros ingredientes. O biscoito era ótimo, e a escolha de triturá-lo grosseiramente permitia que na inconsistência surgisse uma crocância expetacular, sendo bem completada pelo creme de chocolate gostoso e mais amargo. Ah sim, o azedinho do morango era o toque final, e deixava tudo com um gostinho de quero mais (e uma vontade de roubar o potinho, admitimos).

Dicas:

O que dizer? Ficamos calmos uma vez que os burgers costumam entrar para o cardápio, e com sorte poderemos provar essa delícia inúmeras vezes. Se tiverem chance, provem os nachos e o Cry baby, esse amorzinho no potinho. Ah, e faça como nós: visite também as outras unidades! 🙂

post and review by Eduardo Boaventura e Path Aun Tôrres

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