2013

os melhores week 2013

Em 2013, tivemos o prazer de receber de volta à cidade o festival mais democrático da gastronomia, o Restaurant Week! Foram duas edições, sendo a primeira entre  os dias 25 de fevereiro e 10 de março, e a segunda entre 26 de agosto e 8 de setembro. Os menus (todos contando com entrada, prato principal e sobremesa) ficavam em R$34,90 para o almoço e R$47,90 para o jantar.

A primeira edição, como as outras que já provamos, trouxe opções de hambúrgueres, peixes, carnes, massas e muitas, muitas sobremesas, tudo por um preço muitíssimo justo e ainda com a oportunidade de conhecer algumas das casas novas da cidade. Como sempre, e para nossa infelicidade, nem todos os menus foram tão surpreendentes assim, decepcionando seus clientes com relação ao festival. A verdade é que, ainda que o Restaurant Week tenha incrementado consideravelmente seus preços, as casas continuam se preparando erroneamente para o evento, oferecendo um menu pouco criativo, muitas vezes de volume insuficiente, e demonstrando um atendimento digno de pena.

Ainda assim, e ainda bem, existiram os grandes diamantes do Week, restaurantes tradicionais que figuraram várias vezes em nossa cobertura e sempre – sempre mesmo – conseguem triunfar com a melhor das impressões, não poupando nos ingredientes de seu menu nem afogando seus atendentes nesta demanda fora do comum.

Para a segunda edição do mesmo ano tivemos uma novidade. Seguindo outros festivais da capital, o Restaurant Week tornou-se temático! Utilizando-se da categoria “Frutas e Flores”, que – ao menos em teoria – deveria fazer parte da elaboração dos menus de suas casas participantes, o festival tentou estimular novos clientes às casas já abarrotadas e criar um motivo a mais para seus chefes utilizarem da frequentemente esquecida criatividade.

Em nossas visitas encontramos um pouco de tudo, menus pouco criativos, porém muito bem executados, menus altamente econômicos (mostrando uma certa pretensão da casa visando a maximização do lucro do festival através de uma baixa qualidade de ingredientes), menus super criativos e não tão bem executados, menus tímidos e finalmente alguns poucos ousados e ainda assim brilhantes. De qualquer forma, sendo a decisão de se criar um tema boa ou ruim, a verdade é que, para a maioria dos participantes, ele simplesmente foi completa ou parcialmente ignorado, voltando a baixa criatividade que muitas vezes vemos nestes festivais.

Confiram abaixo os restaurantes que fizeram bonito nessas edições, e que você deve conhecer em qualquer ocasião, seja dentro do festival ou não.

Participantes que brilharam na 1ª edição:

Hermengarda

NOTA GERAL: 4.2/5

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www.hermengarda.com.br | Rua Outono,  314 – Lourdes | (31) 3225-3268

O cardápio do simpático restaurante na pequena rua Outono é bem variado, com combinações clássicas transformadas em novidades deliciosas. A ousadia nas criações permite transportar montagens tradicionais em excêntricas surpresas, saindo do ordinário para o extraordinário. O padrão internacional do local é temperado de deliciosos ingredientes brasileiros, deixando tudo num conjunto bem executado e exótico. Para o Week, o Hermengarda serviu um menu de evolução agradável e combinações exemplares, cativando todos seus clientes, até mesmo aqueles mais exigentes.

Confira nossa visita na íntegra.

D’artagnan

NOTA GERAL: 4.6/5

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www.dartagnanbistro.com.br | Rua Tomaz Gonzaga, 607 – Lourdes | (31) 3295-7878

O francês serve pratos bem variados, entre carnes, peixes e massas, sempre com ingredientes selecionadíssimos. Tem uma bela carta de vinhos e de sobremesas, formando um bistrô completo e delicioso! No Week, não poupa esforços para conquistar e ganhar nas sutilezas os seus clientes. Não é a toa que a maioria das mesas é ocupada por clientes retornantes, sempre fiéis e devotos da gastronomia delicada e do atendimento super cordial do D’artagnan. No festival a casa manteve o padrão e conquistou, novamente, seu lugar entre os melhores.

Confira nossa visita na íntegra.

Participantes que brilharam na 2ª edição:

Oak Wine Bar

NOTA GERAL: 4.0/5

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Rua Curitiba,  2164 – Lourdes | (31) 2511-6694

O Oak é um contemporâneo que não é tradicional (por ser uma casa relativamente nova), porém que já é parte indispensável do cenário gastronômico de BH. Já visitamos o estabelecimento em outras edições do week assim como também fora dos festivais, e podemos dizer que ele frequentemente busca combinações criativas ou até mesmo simplistas, com execuções altamente cuidadosas. Sua localização privilegiada, seu ambiente aconchegante e seu atendimento cuidadoso, além de um cardápio super atraente, foram os pilares definitivos para sua consolidação na cidade. O menu do Oak contempla diferentes tipos de carnes e massas, em montagens criativas e feitas com delicadeza.

Confira nossa visita à casa durante o festival.

Bistrô da Matilda

NOTA GERAL: 4.0/5

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www.bistrodamatilda.com.br | Quinta Avenida, 739 – Condomínio Vale do Sol – Nova Lima | (31) 3541-4197

O Bistrô da Matilda é um restaurante de influência britânica, localizado na avenida principal do condomínio Vale do Sol, um dos mais próximos de BH. Seu ambiente intimista, aconchegante e super romântico é iluminado por velas e luzes baixas, e seu cardápio é um mar de delícias. Ideal para pequenas reuniões ou encontros a dois, o simpaticíssimo bistrô ganhou nosso coração no ano passado, quando fomos conhecê-lo graças a um atraente menu do Week. Um estabelecimento realmente surpreendente que conseguiu, novamente, arrancar suspiros de alegria.

Confira nossa visita à casa durante o festival.

O Kabuto

NOTA GERAL: 4.0/5

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www.kabutorestaurante.com.br | Rua Pium-í, 736A | (31) 3225-3522

O Kabuto é um restaurante japonês localizado em Nova Lima que recentemente abriu uma unidade no Sion, encantando a todos com sua simpaticíssima decoração. Seu exterior é composto por um longo deck em madeira com mesas para quatro, cortado por um corredor de entrada, onde do lado esquerdo podemos ver o sushi bar e parte da cozinha, revestida em vidro, além de alguns dos peixes da casa. Internamente há um balcão, e várias mesinhas com confortáveis sofás. Com uma decoração feita por lanternas japonesas, quadros e vários elementos em tons de vermelho e preto, a casa consegue aquele ar mais do que caracterizado para aquilo que é servido, não deixando dúvidas para ninguém, nem mesmo para aqueles que passam brevemente pela porta, qual a nacionalidade do estabelecimento. Seu atendimento é exemplar com garçons mais do que simpáticos, além de profundos conhecedores do cardápio, que tanto no festival quanto fora, é um deleite para os amantes do peixe cru.

Confira nossa visita à casa durante o festival.

post and review by Eduardo Boaventura & Path Tôrres

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